Ir atrás das palavras com Jazz
Saudades de escrever de supetão, com as palavras a arfar, a gritarem desespero e angústias... Vomitar as dores e as náuseas da condição humana, fazer as letras estremecerem e se encherem de lágrimas... Onde está essa alma perturbada, sem esperança, rastejando pelos becos do desencontro, onde está? Ah ! A felicidade e a plenitude deram cabo desse ser avinagrado a copos de vinho e intoxicado a fumos de levitação... eternamente enquanto dure, soi dizer-se ... Saudades da poesia corrosiva, da miscelânea de pensamentos ansiosos, de urgências de pranto e de raivas assassinas a abarrotar... O amor é fatal para quem ama a maldição dos sentires pungentes, para quem se descreve pela dor em palavras lavradas a sangue.. Ah ! A insatisfação é uma das fraquezas maiores dos humanos, só queremos estar onde não estamos e nada nos satisfaz, somos ambíguos e fomos feitos para ser felizes e in...