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A bátega que se enfeitou...

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A folha branca  imaculadamente  pasmada, da mente nada brota; está paralisada, estupidificada... Nada de interessante lhe aflora as meninges e suando a humidade maputense a cento e tal % fixa o escuro vazio. Não se trata de angústia, tristeza ou seja lá o que for, simplesmente nada acontece... Prismas opostos em jogos de equilíbrio improvável, tal qual o retrato dos instantes que se vão sucedendo aleatoriamente  sem plano que sobreviva... Podia gritar de alegria ou simplesmente dormir horas sem destino, tanto faz, whatever... Choveu todo dia e durante horas diluviou, o mar escuro se misturou com os passos, o caos interior também se alagou... Palavras e espíritos em cascas, árvores carregando o peso da água e se curvando, derrotadas no seu mutismo. A suavidade de setim da água engrossada e violenta, xaroposa e lamacenta que domina o espaço total... Os pensamentos aos solavancos pela estrada esbu...

Oscar Wilde - music by Aya

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Adoro os dois, Miguel Migs e a divina , a anti vedeta Aya... Sou admirador da inteligência e da rebeldia de Oscar Wilde Um cocktail que resulta mágico !!! Depois da tempestade vem a bonança...fecham-se portas e outras se abrem... Um dia de cada vez and  life carry on.                               Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.  Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.  A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.  Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.  Deles não quero resposta, quero meu avesso.  Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.  Para isso, só sendo louco.  Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.  Escolho meus...