O silêncio e Van Morrison
O segredo duplo, René Magritte - 1927 Se me perguntarem se eu quero ir, direi que sim, eu quero ir mas, perguntar-me-ão depois, queres ir afinal para onde? Direi que preciso de ir para qualquer lugar, que sinto que não estou em lugar algum Direi que pairar não é estar, que estar silêncio Se me perguntarem se eu quero ir, direi que é a urgência maior Não estar aqui e mesmo estando saber que não existe para onde ir Esse lugar que buscas, está dentro de ti, não é possível fazer dele um lugar para ir Não se fica nele, ficar nele é continuar a querer ir, a querer encontrar Passar por ele, conviver com ele para não sofrer, continuar a querer ir Estranho afã, o querer ir Pulsão líquida que se evapora e de novo se faz l...



Fiquei triste, um tanto mesmo, com esse voo. Dancei, cantei, vibrei, chorei com essa diva em momentos únicos de minha vida. Como escreveu Guimarães Rosa: "O mundo é mágico. As pessoas não morrem, ficam encantadas." Ela está encantada no meu coração!
ResponderEliminarBeijuuss, Tony, n.a.
Senti muito mesmo...Era fã de verdade, não é porque morreu não. Bjos tristes
ResponderEliminarMeio que usando o "copiar/colar" do que comentei no blog de um amigo, onde as pessoas se perguntavam o que leva alguém a se enveredar por caminhos assim, de autodestruição. Mas isso realmente importa? Nunca saberei porque a Whitney Houston ou o meu vizinho da esquina colaboraram intensamente pra sua própria destruição.
ResponderEliminarMorreu a mulher, a cantora permanecerá por aí, nas mentes, embalando amores, fazendo almas viajarem no embalo da sua voz fantástica.
Beijos, querido Tony.