O segredo duplo, René Magritte - 1927 Se me perguntarem se eu quero ir, direi que sim, eu quero ir mas, perguntar-me-ão depois, queres ir afinal para onde? Direi que preciso de ir para qualquer lugar, que sinto que não estou em lugar algum Direi que pairar não é estar, que estar silêncio Se me perguntarem se eu quero ir, direi que é a urgência maior Não estar aqui e mesmo estando saber que não existe para onde ir Esse lugar que buscas, está dentro de ti, não é possível fazer dele um lugar para ir Não se fica nele, ficar nele é continuar a querer ir, a querer encontrar Passar por ele, conviver com ele para não sofrer, continuar a querer ir Estranho afã, o querer ir Pulsão líquida que se evapora e de novo se faz l...
Apesar de estarmos independentes há 36 anos e termos passado dum regime marxista-leninista para uma democracia de capitalismo selvagem, os fantasmas do colonialismo ainda nos assombram... A publicidade acima exposta deu azo a uma polémica que envolveu várias vozes da sociedade e levou à suspensão da mesma. Os argumento esgrimido teve como base o desrespeito pela mulher moçambicana , a figura da mulher negra usada neste spot, diziam eles usada como objecto sexual . Para quem conhece publicidade agressiva de teor sexual este spot é absolutamente angelical, é apenas uma imagem esbatida dum corpo feminino sensual ,(até o pormenor do rótulo no lugar em que está foi mencionado). Na minha opinião o que está subjacente a toda esta algazarra é o spot conotar a cerveja à raça negra, o facto de se colocar uma mulher preta e apelida-la directamente de preta... Chamar-se preto a um individuo de raça negra era um insulto de terrível conotação usado no ...
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